terça-feira, 31 de agosto de 2010

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

vooooe



uma vez me disseram que quanto maior a altura, maior a queda. você sabe, essa coisa toda de estar apaixonado, ou sonhar com algo mais do que qualquer coisa, e aí você se sente nas nuvens, sobrevoando uma cidade e vendo tudo de cima. a esperança faz isso com você, te faz voar ... mas se você está voando, significa que um dia você vai cair. a questão não é o simples ato de cair, mas ... você tem medo de altura? quer dizer, todos nós caímos uma vez na vida. uma, duas, três, quatro, dezenas, centenas de vezes, cair faz parte da vida, cair consiste em aprender com seus erros. mas o maior problema não é cair e sim como você reage à isso. Algumas pessoas caem, choram, mas levantam-se quase que imediatamente, prontas pra sonhar de novo. outras entram em depressão. passam horas chorando, se fecham para o mundo, não querem mais saber de nada e desistem de viver, afinal, quando você cai dói, machuca, arranha, sangra. mas fazer o quê? é a vida! e a única saída é se levantar e tentar voar de novo. por mais que o baque machuque, todos nós temos que admitir que não há nada melhor que a sensação de estar flutuando, sentir-se leve, feliz ... mesmo que por pouco tempo. mas muitos deixam de sonhar, de se apaixonar e de voar porque sentem medo de cair. quer um conselho? VOE! voe o mais alto que puder. voe até que você tenha certeza que não dá pra voar mais alto. voe o bastante pra, quando você cair, machucar. e vai machucar, vai doer, você vai chorar, mas ... vai passar. e aí você vai poder dizer, com um sorriso de vitória no rosto, que fez o que pôde, e o que esteve ao seu alcance, e que não conseguiria fazer melhor. e depois disso voe novamente. a cada vez que você voa, você aprende algo novo ... a força do vento, a intensidade da queda, a sensação de liberdade, o caminho certo entre as nuvens, um jeito pra cair mais suavemente sem se machucar tanto. não importa, você nunca cai apenas por cair, cai pra tirar alguma lição disso. e quando você cai, você pega mais impulso pra voar mais alto do que antes. mas nunca se esqueça que você ainda corre o risco de cair novamente. é sempre assim, mas quer saber? pense que fez o que tinha que fazer enquanto podia fazer. não se arrependa das vezes que caiu, mas sim das vezes que deixou de voar por medo de sentir a dor de uma queda.

terça-feira, 24 de agosto de 2010



" Me chamo Eduardo. Namorei por três anos. Quando conheci a Paula, ambos tínhamos 17 anos. Nos três primeiros meses eram mil maravilhas. Nossa!!! Depois se tornou um inferno. Ela era muito ciumenta, começou a dar escândalos. Brigava por motivos fúteis. O problema era que eu amava muito ela. Fazia de tudo por ela, achando que um dia tudo iria mudar (que ingenuidade). Terminamos e voltamos por várias vezes. Chegou um ponto que brigávamos por qualquer motivo. Decidimos realmente que não iria mais dar certo e terminamo definitivamente. Eu fiquei muito mal em casa, não tinha vontade de sair, não conseguia dormir. Passou sete dias, não aguentei e liguei para a casa dela. No meio da conversa ela falou que tinha saído com um cara e ficado com ele e ainda teve a falsidade de falar que tinha sido para me esquecer.Nunca irei esquecer aquele momento ao telefone. Parecia que alguém tinha colocado uma faca no meu coração, contiveas lágrimas ao telefone e mantive a voz , serena, falei que não tinha problema e que nunca mais iria procurar ela. Desliguei o telefone me dirigi ao quarto parecia que mais nada nesta vida tinha sentido, não consegui dormir naquela noite. Os dias foram passando e a dor só piorando. Meu rendimento no trabalho caiu muito, eu não me importava com mais nada. Ao chegar em casa tinha vontade de ligar, meu orgulho não deixava.Quando ia dormir rezava muito para eu esquecer aquele amor que só e dava tristeza. Não adiantava. Os quinze primeiros dias foram terríveis. Mas depois o coração foi se adaptando. Consegui deixar as emoções de lado e comecei a pensar nos fatos, fui assimilando melhor e tudo foi passando. Até voltar ao normal, claro, quem as vezes não tem recaída de pensamentos pela ex? Isso é normal. Depois de três meses, adivinha quem me liga?! Era ela! Meu coração bateu mais forte, tinha sido pego de surpresa, passou mil coisas na cabeça em frações de segundo tive vontade de chorar e rir ao mesmo tempo. Voltei a realidade, sem nenhuma empolgação, minha voz ficou serena, conversei normamelmente mas nada de intimidades e tava sendo seco. Em um certo momento ela pede para conversar comigo pessoalmente, porque ainda me amava. Meus olhos encheram de lágrimas, meu coração sabia que eu iria sofrer então do nada comecei a cantar a seguinte música: "Cuide bem do seu amor, seja quem for..." Ela começou a chorar no telefone. Comecei então a chorar no telefone mas continuei cantando e escutando ela suplicando e pedindo para voltar pois ela sabia que tinha errado muito e que tinha perdido a pessoa que mais valorizava ela. Meu coração não teve outra saída a não ser desligar o telefone na cara dela. Decidi então naquele mesmo dia tirar umas férias.Dois dias depois estava na praia sozinho sentado na areia e olhando as ondas. Era um final de tarde, aquilo tudo era tão bom estava me sentindo muito bem. Quando toca o celular era minha mãe dizendo que minha ex tinha sido encontrada morta, suícidio.
Ao lado dela foi encontrada uma carta onde dizia: "Pai e Mãe, eu amo muito vocês, não fiquem triste por mim, pois a vida não tem mais sentido. Eu tive a pessoa mais importante no mundo nas minhas mãos e deixei escapar.
Eu amo o Dudu e amarei eternamente sei que ele não quer mais ficar comigo. Calma mamãe, calma papai, não fiquem bravos com ele. Eu sou a culpada eu tratava ele como se fosse um qualquer. Quando terminamos descobri que ele era tudo para mim. Tenho um recado e quero que vocês passem para todos os jovens desse mundo: "CUIDE BEM DO SEU AMOR, SEJA QUEM FOR..."

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Com carinho, assinado: Frieza

A: Oi.
B: Oi. Tudo bem?
A: Tudo e com você?
B: Eu estou por aqui, como sempre.
A: Senti sua falta.
B: Como?
A: Senti sua falta. FAL-TA.
B: Você? Logo você?
A: Sim. Pode parecer piada, mas é verdade.
B: Eu, sinceramente, não sei o que dizer a respeito disso. Quer dizer...
A: Tudo bem, você não acredita.
B: Calma! Eu queria dizer que...
A: Dizer o quê?
B: Nada não, esqueça. Depois eu falo.
A: Fale agora, por favor.
B: Não quero.
A: Vergonha?
B: De quê?
A: De falar pra mim o que queria.
B: Bem, o que eu tenho pra dizer não é nenhuma vergonha. Só quero esperar o momento certo pra falar.
A: E o que é, então?
B: Um dia você vai saber, um dia.
A: Quando?
B: Também não faço idéia.
A: Espero que não demore muito.
B: Eu gosto de você.
A: Preciso sair, até mais.
B: Até.